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Tinturarias e indústria farmacêutica se beneficiavam de trabalho escravo

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(1’18” / 305 Kb) - O grupo móvel de fiscalização do Ministério Público do Trabalho (MPT) resgatou cinco pessoas – entre elas dois menores – que eram submetidas a condições semelhantes à escravidão, no município de São Jerônimo (RS). Os trabalhadores extraiam cascas de acácia, utilizadas na composição de tintas e na indústria farmacêutica.

Segundo informações da agência Repórter Brasil, os resgatados estavam no local há 15 dias. Não havia fornecimento de água potável e o alojamento não contava com instalações sanitárias.

Os fiscais ainda constataram que os trabalhadores dormiam sobre pedaços improvisados de espumas, que eram colocados diretamente no chão. Além disso, a água e as refeições consumidas eram providenciadas pelos próprios trabalhadores.

A fiscalização ainda não foi dada por encerrada, pois os agentes públicos pretendem investigar a cadeia produtiva do setor. Há evidências de que empresas de grande porte no estado se aproveitam da madeira e da casca da árvore de acácia obtidas por meio de trabalho escravo. O objetivo da investigação é responsabilizar não só os pequenos produtores, mas também aqueles que se beneficiam dessa prática ilegal.

De São Paulo, da Radioagência NP, com informações da agência Repórter Brasil, Jorge Américo.

10/08/11