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Sem plano de carreira, servidores de SP sofrem perda salarial

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(1'51'' / 437 Kb) - A política salarial defasada e a falta de um plano de carreia se tornaramcomuns entre os servidores públicos no estado de São Paulo. De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o estado conta com quase 222 mil professores. Desse total, mais de 96 mil são temporários. O deputado estadual Antônio Mentor (PT) alerta que ao invés de repor as perdas salariais com um reajuste de 34%, o governo utiliza métodos abusivos.

“Como tem o limite constitucional para atingir de 30% de investimentos da receita corrente líquida em educação, eles distribuem esses valores a título de bônus e atendem a uma parte muito pequena dos funcionários, com critérios ‘draconianos’. É um negócio absurdo, de modo que o proffissional se vê obrigado a trabalhar doente, muitas vezes, para não ter falta. Se ele tiver falta, perde a possibilidade do bônus.”

Na área da saúde também existe um clima de insegurança. Mais de cinco mil trabalhadores temporários lutam na Justiça pela manutenção do emprego desde abril de 2010. Antônio Mentor considera que esse ataque aos direitos dos servidores ocorre de maneira sistemática.

“Na verdade, essa é uma prática comum nos governos do PSDB. Eles não fazem concursos públicos e, quando fazem, não nomeiam os profissionais, principalmente na área da educação. Na Secretaria de Segurança Pública, o delegado de polícia do estado de São Paulo tem o pior salário do Brasil. É o estado mais rico do país. E na área da saúde, tem trabalhadores com salário base na faixa de R$ 150, R$ 160.”

A Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece o limite de 46,55% para a despesa com pessoal. Em São Paulo, o gasto é de 40%.

De São Paulo, da Radioagência NP, Jorge Américo.

27/09/10