Brasil poco avanzó en la preservación de su biodiversidad desde 1993 Imprimir E-mail
Clique aqui para ouvir(1'26'' / 338 Kb) - Tras dieciséis años de la firma del compromiso de Brasil con la Convención sobre la Biodiversidad Biológica, el país poco hizo para proteger su biodiversidad. Brasil no logró a cumplir las metas establecidas como, por ejemplo, reducir en 75% la deforestación de la región amazónica y en 100% la de la vegetación atlántica. Este es el principal acuerdo internacional para la preservación de la biodiversidad.

Según especialistas, pocos serán los avances presentados por Brasil y otros países más durante la próxima reunión de la Convención marcada para octubre de 2010, en Nagoya, Japón. El documento, firmado por 168 países, surgió después de la realización del ECO-92, conferencia organizada por la Organización de las Naciones Unidas en Brasil para discutir la sustentabilidad ambiental mundial.

De acuerdo con el director de conservación de la biodiversidad del Ministerio del Medio Ambiente, Bráulio Dias, en la reunión de Nagoya, las metas deben de ser aplazadas para los años 2020 y 2050. El acuerdo de 1993 concedió un plazo de diecisiete años, hasta 2010, para que los planes de sustentabilidad y preservación surtieran el efecto deseado.

De San Pablo, de la Radioagencia NP, Daniel Pereira.

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